ARTIGOS

E A PROTEÍNA?

Desde o início da década de 80, a literatura médica já estava fartamente abastecida de estudos e pesquisas comprovando que não há necessidade de se consumir proteína animal. De lá pra cá, novos estudos esclareceram que, além de ser desnecessária, a proteína animal é tóxica. O Estudo da China (The China Study, de T. Colin Campbell, Ph.D. e Thomas M. Campbell), por exemplo, considerado o maior estudo epidemiológico de todos os tempos, não deixa dúvidas sobre isso: a correlação entre o consumo de proteína animal e a incidência de câncer e doenças cardíacas é diretamente proporcional. Ainda assim, mesmo com todo o montante de evidência, pessoas da área médica continuam insistindo que precisamos comer proteína animal. São vários os mitos.

MITO No 1: somente a proteína animal é completa.

Sementes de amêndoas, gergelim, girassol e jerimum, spirulina, soja, batata e folhas verdes, são apenas alguns exemplos de proteínas completas do reino vegetal, variando apenas a concentração de cada um dos 8 aminoácidos essenciais.

MITO No 2: é preciso combinar as proteínas vegetais incompletas para obter proteínas completas em cada refeição.

Essa foi uma idéia acidentalmente popularizada pela pesquisadora Frances Lappé na década de 70, no seu livro Diet for a Small Planet. Vinte anos depois, ela cuidou de esclarecer o equívoco na nova edição do seu livro. O corpo guarda reservas de proteína. Não é necessário que todos os 8 aminoácidos essenciais estejam presentes em cada refeição, nem mesmo que se consuma proteína em todas as refeições.

MITO No 3: precisamos consumir pelo menos 120 gramas de proteína por dia, ou há risco de sofrer deficiências.

Esse pânico foi gerado no início do século 20 por uma pesquisa realizada na Alemanha, financiada pela indústria da carne e dos laticínios. Pesquisas realizadas posteriormente não confirmaram tal necessidade tão elevada de proteína. Contudo, a idéia foi amplamente divulgada e enraizou de tal forma nas mentes humanas, que não há nada no mundo que arranque.

Pesquisas mais modernas levaram a Sociedade Americana de Nutrição (American Society for Nutrition) a estabelecer que a necessidade protéica diária, para adultos (homens e mulheres não gestantes ou lactantes), é de aproximadamente 18 gramas ou 2,5% do total de calorias, que podemos obter facilmente com apenas 3 punhados de sementes, isso se não comermos mais nada durante o dia.

Deficiência de proteína é uma condição rara, registrada em áreas de extrema pobreza e, assim como outras deficiências nutricionais, ocorre muitas vezes por desinformação e más escolhas. Aqui no sertão, por exemplo, mesmo no período da seca, abundam cactáceas super-nutritivas na beira da estrada. Mas ofereça a um faminto uma cactácea ou um pacote de biscoito sem nutrientes e veja o que ele vai escolher. A maioria dos sertanejos desconhece o valor nutritivo da palma, da babosa e das folhas.

MITO No 4: tem que comer proteína animal pra fazer músculo.

Embora as pesquisas indiquem que um maior consumo de proteína acelere o desenvolvimento físico (altura, musculatura, etc), segundo o Estudo da China, sendo proteína animal ou vegetal, o resultado é o mesmo (como bem sabem os bois e os cavalos ou não seriam vegetarianos).

Consumir proteína – de qualquer origem - sem fazer exercício, também não produz músculo. Além disso, segundo o fisiologista David Jubb, que é musculoso e adepto da alimentação viva, não é tanto uma questão de quantidade, mas existe uma relação ideal entre a hora de comer e a hora de se exercitar que favorece o aumento da massa muscular.

Existem muitos atletas vegetarianos e inúmeras pesquisas demonstrando a superioridade dos vegetarianos em testes de resistência.

Além de todos esses fatos, os crudistas necessitam ingerir ainda menos proteína que aqueles que cozinham os alimentos, por dois motivos: primeiro, pesquisas realizadas no Instituto Max Planck, na Alemanha demonstram que de 30 a 50% da proteína é destruída com o calor (cozinhando, assando, etc.), transformando-se em toxina. Segundo, o calor destrói as enzimas, obrigando o pâncreas a produzir enzimas digestivas. Para produzir essas enzimas, o pâncreas utiliza – adivinha o quê – muita proteína e, ainda assim, a proteína e os nutrientes que sobreviveram ao calor, são mal assimilados. Já a proteína e os nutrientes ingeridos na forma de alimentos vivos, por poucos que sejam, são bem assimilados, já vem com as próprias enzimas e não produzem toxinas, ao contrário, removem.

Resultado: toda aquela proteína do bife que você comeu e achou que iria alimentar seus músculos, onde foi parar? Metade se perdeu e virou lixo tóxico, a outra metade foi mal assimilada e, desse pouco que foi aproveitado, boa parte será utilizada pra produzir enzimas digestivas. Não teria sido melhor ter comido um punhado de sementes germinadas?

Ana Oliveira

BENEFÍCIOS DA DESINTOXICAÇÃO

Ainda não tomei conhecimento de uma pessoa sequer que não tenha se beneficiado de uma desintoxicação. Ao contrário, os relatos de inúmeros centros e clínicas de detox da Europa e dos Estados Unidos confirmam a minha própria experiência: bem estar físico, mental e emocional é um resultado comum.

Segundo observação clínica e estudos realizados nesses centros, desintoxicar fortalece o sistema imunológico e melhora o estado geral de saúde. Como instrumento de diagnóstico, serve para identificar alergias alimentares que possam estar causando problemas físicos ou emocionais (depressão, transtornos de déficit de atenção, etc.).

Para quem está querendo mudar para uma alimentação mais saudável, mas ainda está preso a velhos hábitos, a desintoxicação é uma oportunidade de reprogramar as células e as papilas degustativas para uma vida nova e de rever e tratar questões emocionais que estão por trás dos vícios alimentares.

Para as mulheres que planejam engravidar, desintoxicar-se tem uma utilidade a mais: melhora as chances de passarem uma gravidez tranquila, conceber bebês saudáveis e amamentá-los com um leite mais puro, uma vez que as toxinas que estão no corpo da mulher vão para o leite materno, podendo expor os bebês a problemas de má formação, deficiência imunológica e disfunções endócrinas e neurológicas, segundo estudos publicados pela Organização Mundial de Saúde.

A desintoxicação também melhora o desempenho de atletas, aumenta a vitalidade e rejuvenesce: melhora a elasticidade dos tecidos, revigora a pele e os cabelos. Em alguns casos, dentes cariados se recompõem.

Além disso, um corpo desintoxicado pensa melhor, processa emoções negativas muito mais rapidamente, e alcança mais facilmente estados elevados de consciência e conexão espiritual.

Essas são experiências comuns, mas não universais, claro. Os resultados de cada indivíduo vão depender de vários fatores como: volume de carga tóxica, capacidade de assimilação de nutrientes e vitalidade dos órgãos de eliminação, além da disposição de cada um para seguir as recomendações do programa.

Ana Oliveira

ALIMENTAÇÃO VIVA

A primeira vez que eu ouvi falar em crudismo, a idéia não me pareceu nem um pouco atraente: imaginei que teria que comer cru tudo o que eu comia cozido: arroz, feijão, batata. Não é assim.

 

 

Primeiramente, existe a alimentação crudista e a alimentação crudista com vida, ou alimentação viva (live foods), que exclui produtos animais – exceto o mel de abelhas – e enfatiza o consumo de brotos.


A alimentação crudista não é novidade. Podemos até dizer que é mais velha do que a fome. Os Essênios já praticavam em 600 A.C. e foi através deles que Pitágoras conheceu, experimentou os benefícios e depois repassou o conhecimento a Sócrates e Platão. 

 

Mas foi somente em 1897 que as virtudes do alimento vivo foi divulgada ao mundo moderno, através do Doutor Max Bircher-Benner que, após ler os escritos de Pitágoras, aplicou os ensinamentos em si para curar-se de icterícia e também nos pacientes de sua clínica, com excelentes resultados.

 

 

Posteriormente, resultados semelhantes foram obtidos em clínicas naturopáticas na Europa e América do Norte, dirigidas por outros médicos como Dr. Max Gerson, Dr. Norman Walker, Dr. Edmond B. Szekely e, mais recentemente, Dr. Buchinger, Dr. Paavo Airola, Dra. Ann Wigmore e Dr. Gabriel Cousens. Estes são apenas alguns nomes da medicina holística que adotaram a alimentação viva como um dos pilares de um estilo de vida saudável, capaz de não somente recuperar uma saúde comprometida, como também de manter o mais alto padrão de saúde possível para o indivíduo.

 

A partir de Dra. Ann Wigmore, considerada a mãe do crudismo, a culinária crudista se consolidou. Falarei de alguns pontos gerais.

 

 

Numa alimentação viva, sementes, leguminosas e grãos são primeiro germinados para depois serem consumidos na forma de brotos. Muitas pessoas já experimentaram broto de feijão e alfafa, mas existem outros ainda mais deliciosos, como brotos de girassol e de brócolis, meus favoritos.

 

Misturando brotos, folhas e frutas, fazemos sucos deliciosos e de alto valor nutritivo e curativo.

 

A maioria das frutas e algumas verduras podem também ser desidratadas, um processo que realça o sabor dos alimentos, sem destruir enzimas nem nutrientes. Exemplos disso são a uva passa, a ameixa seca e o tomate seco, frutas desidratadas muito populares, que agradam o paladar de quase todo mundo.

 

 

A fermentação é outro processo utilizado na culinária crudista que aumenta o valor nutritivo e a facilita a digestão dos alimentos. É um processo recomendado principalmente para verduras crucíferas como repolho, brócolis e couve-flor, que se tornam mais digestivas quando consumidas na forma de picles.


Também não é necessário comer tudo frio. A comida pode ser amornada no desidratador ou num breve fogo baixo. Assim é o caso das sopas e outras receitas.


Com sementes oleaginosas (amêndoas, castanhas, nozes) fazemos pastas deliciosas, “leite” e “queijo”. Com grãos e sementes germinados fazemos biscoitos, bolachas, pizza e tortas desidratadas. Tudo delicioso.

 

Na verdade, cru, cozido, assado ou desidratado, o que faz a diferença é a arte de preparar e temperar os alimentos. No esforço de conservar o valor nutritivo e a força viva dos alimentos, a culinária crudista preserva também o sabor dos alimentos. É esse esforço que garante, por exemplo, a superioridade de um azeite prensado a frio, em relação a um azeite que foi aquecido.

 

 

O crudismo com vida opta sempre por alimentos orgânicos, temperos frescos e óleos prensados a frio. Tudo isso tem mais sabor e é por isso que alguns chefs de cozinha famosos como Juliano, Roxanne e Charlie Trotter foram seduzidos pela culinária crudista e publicaram livros só com receitas gourmet crudistas.

 

No Centro Verde Vida, você vai conhecer pesquisas realizadas em universidades e várias clínicas e centros de desintoxicação do mundo, que dão suporte à alimentação crudista viva e vai aprender receitas práticas e deliciosas dessa culinária.

Ana Oliveira

COLONTERAPIA

Há vários tipos de colonterapia, mas o princípio é o mesmo: lavar o intestino grosso (cólon) com água para remover fezes impactadas, resíduos tóxicos e muco.

 

 

No Centro Verde Vida, adotamos a colonterapia de sistema aberto ou colema, um tipo de hidrocolonterapia desenvolvido por Dr. Bernard Jensen e utilizado com sucesso em sua clínica de desintoxicação. Dr. Jensen escreveu vários livros sobre a saúde do cólon e foi um grande pesquisador e divulgador do assunto.


 

 

O colema utiliza uma prancha que é colocada sobre a bacia sanitária e possui uma rampa voltada para dentro da bacia (veja o desenho acima). Você mesmo faz o seu colema na privacidade do seu banheiro, da mesma forma como você faz as suas necessidades em casa, com algumas diferenças: ao invés de sentar-se, você vai ficar deitado na prancha; e ao invés de fazer força para evacuar, as fezes sairão facilmente, com a ajuda de água, que entrará pelo ânus através de um catéter fininho.

 

No nosso programa de desintoxicação, um balde com 20 litros de água, acrescido de ervas cicatrizantes, é preparado para você a cada sessão de colema, uma vez ao dia, por 7 dias. A sessão dura de 30 a 50 minutos.

 

Embora o colema não ofereça praticamente nenhum risco, não deve ser aplicado em pessoas que estejam sofrendo de diverticulite, câncer de cólon ou de alguma doença intestinal grave.

 

 

No curso que oferecemos como parte do programas de desintoxicação, você aprenderá mais sobre a fisiologia do cólon e a importância de se manter o cólon limpo e saudável para evitar problemas de saúde.

Ana Oliveira

MUDANDO PARA MELHOR

 

“Fiz uma dieta rigorosa: cortei álcool, gorduras e açúcar. Em duas semanas perdi 14 dias.” (Tim Maia).

 

Emagrecer  é fácil... basta cortar açúcar, frituras, massas, molhos, bebidas alcoólicas, pães, biscoitos... e os pulsos! (Postado no facebook).


Oh, céus! Como falar de mudança alimentar sem despertar nos seres humanos o fantasma da “dieta”?

Dieta é um palavrão. Dieta implica em sacrifícios, em sentir-se privado. E é justamente por isso que “é muito difícil” e mesmo com “muita força de vontade”, não funciona.

Está comprovado pela experiência clínica de muitos médicos e nutricionistas que:

  1. A força de vontade se exaure em três meses, no máximo.
  2. Motivação de perder peso e/ou melhorar de saúde não é suficiente.
  3. Não existe uma dieta que seja perfeita para todo mundo. Existem diferentes tipos metabólicos com necessidades nutricionais diferentes. Por exemplo, alguns precisam de um percentual maior de proteína e gordura; outros, de carboidrato.

Mudança alimentar não é difícil, é um processo. E quase ninguém está pronto para fazê-lo em poucos dias. Pode levar meses ou anos. Aprendemos a ler, a dirigir, a usar o computador. Nada disso é difícil. Para quem está de fora pode parecer impossível, mas quando se está dentro, é um passo atrás do outro e vai ficando cada vez mais fácil.

É assim quando começamos a adotar uma alimentação mais viva: nossas células começam a gostar e a pedir mais daquele alimento que é naturalmente mais adequado à programação delas. Nossas papilas degustativas vão-se limpando e começamos a perceber e desejar outros sabores e a nos sentir atraídos por coisas mais compatíveis com um novo padrão vibracional que vai sutilmente se estabelecendo. Ninguém vai precisar empurrar o processo; vai andar junto com ele.

A idéia não é parar de comer as comidas que gostamos, mas escolher entre elas as que vão nos atender melhor. Existe todo um universo culinário com receitas deliciosas e saudáveis, que muitos desconhecem, mas, se quiserem, vão conhecer. É um universo que encanta facilmente com seus sabores e com sua verdade. Assim fica mais fácil satisfazer o paladar, substituindo uma comida gostosa e prejudicial à saúde por uma comida gostosa e saudável. É importante gostar do que comemos. Comemos por prazer e por vício, principalmente, não só por necessidade.

Dentre os vícios alimentares, quimicamente falando, os três maiores são: açúcar, trigo e queijo. Contudo, os vícios mais difíceis de deixar são aqueles que mais fortemente associamos a conforto emocional, seja o cuscus que vovó preparava, o bolo que mamãe fazia, o sorvete que papai trazia, ou outros menos comuns. É importante conhecer e tratar as questões que estão por trás desses vícios, para poder então deixá-los ir em paz.

Comer é também um ato social, cultural e de identificação pessoal (“meu pãozinho”). Comer saudavelmente requer informação (temos muito o que desaprender, principalmente) e um mínimo de planejamento e estruturação, porque um almoço saudável não se encontra em toda esquina. Todos esses aspectos precisam ser considerados, porque tudo isso é você, é a sua vida, suas circunstâncias. E o processo evolui, ainda assim. Tem sempre um caminho livre por onde as conquistas vão fluindo.

O segredo é não criar resistência interna, porque nada que resistirmos sobreviverá. É importante que cada um se escute, se respeite e encontre sua zona de conforto nesse processo. E não se sinta culpado por eventuais recaídas, que podem ocorrer em fases de maiores demandas emocionais. Relaxe, ninguém vai ganhar medalha de “alimentação mais pura do universo”. Se a sua vontade de progredir permanece, você será inspirado a fazer o que for necessário para retomar o caminho.

Mudança alimentar não é dieta, é um lindo processo de auto-conhecimento e conexão com a parte mais sábia do nosso ser. Não requer força de vontade, nem sacrifícios, nem exige privações. Exige apenas uma decisão: a de entrar no processo.

Não mais ser dominado por vícios alimentares e poder ouvir e atender as reais necessidades do nosso organismo é mais que libertador. É um ato de amor próprio.

 

Ana Oliveira

NÓS PRECISAMOS DE SUPLEMENTOS?

Nós precisamos de suplementos nutricionais? No mundo perfeito que Deus criou, não. No mundo em que estamos vivendo, sim. Por que?

 

Solos empobrecidos

Os alimentos, mesmo crus e orgânicos, não possuem mais a densidade nutricional de outrora.

 

Carga tóxica

Para sobreviver ao volume de toxinas com que o nosso organismo é bombardeado diariamente, sejam elas alimentares, ambientais ou emocionais, nossas células se utilizam de nutrientes, principalmente de minerais, no esforço de eliminar pelo menos parte dessas toxinas.

 

Estresse e dores crônicas

Isso significa que o sistema nervoso autônomo está operando no modo simpático, produzindo cortisol e outros hormônios que, por sua vez, exigem um bom volume de determinados nutrientes para sua síntese. Vitamina B12, magnésio e zinco são exemplos desses nutrientes.

 

Capacidade de assimilação reduzida

Recebemos de nossos pais uma microbiota (flora aeróbia) já parcialmente degenerado e, frequentemente, órgãos internos também comprometidos e consequente produção de sucos gástricos reduzida. Seguimos com o mesmo estilo de vida de nossos pais, com o agravante de viver em um meio ambiente ainda mais tóxico do que aquele onde os nossos pais cresceram. Resultado: mais degeneração da microbiota, maiores comprometimentos aos órgãos internos.

 

Se o seu estômago não produz quantidades adequadas de ácido clorídrico, por exemplo, sua assimilação de vitamina B12, ferro, zinco, cálcio, magnésio e outros minerais será prejudicada. Medicamentos que inibem a produção do ácido clorídrico, como Omeprazol, Pantoprazol e outros da mesma classe causam esses prejuízos, chegando a reduzir em 80% a assimilação de vitamina B12.

 

Muitos outros medicamentos interferem também na assimilação, na síntese ou aumentam a excreção de nutrientes. Estatinas prejudicam a síntese de vitamina D na pele. Diuréticos aumentam a excreção de potássio e magnésio. Antibióticos são devastadores para a nossa flora aeróbia.

 

Quanto menor o percentual de flora aeróbia, maior o percentual de flora anaeróbia. Perdemos duplamente, pois a flora aeróbia produz nutrientes e nos protege de toxinas; a flora anaeróbia nos rouba nutrientes e produz toxinas, causando e agravando processos inflamatórios. Segue-se o efeito cascata e o ciclo vicioso, resultando em mais toxinas, mais deficiências e mais degeneração. O déficit nutricional vai aumentando a cada ano e os problemas de saúde começam a se apresentar.

 

Se queremos um organismo saudável, é de vital importância que busquemos corrigir esses déficits nutricionais. Dificilmente conseguiremos isso somente através de uma boa alimentação, principalmente quando a nossa capacidade de assimilação já está comprometida.

 

É necessária uma ação conjunta: suplementos nutricionais, superalimentos, probióticos para restaurar a flora aeróbia, ervas medicinais para combater a flora anaeróbia, além de atividades e terapias que ajudem a reduzir estresse e dor, eliminar toxinas e combater inflamação.

 

Uma vez restaurado o equilíbrio orgânico, é possível seguir os cuidados apenas com uma alimentação saudável, com pouca ou nenhuma suplementação.

Ana Oliveira

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