17/06/2015

Angelina Jolie: sabedoria ou insanidade?

 

Angelina Jolie chocou a comunidade alternativa com sua decisão de se submeter a uma dupla mastectomia para prevenir câncer de mama.

 

No Twitter, correu a piada: “Angelina Jolie arranca os dentes para não ter cáries!” 

 

A analogia é plausível. Com o fartura de conhecimento trazido por pesquisas científicas e a experiência de dezenas de clínicas no mundo que estão há décadas curando câncer – de mama e demais – sem amputação, sem quimio ou radioterapia, a medicina não-convencional sabe muito bem como prevenir e curar câncer sem utilizar nenhum desses procedimentos invasivos, por muitos chamados de “medievais”.

 

Sobre a decisão de Angelina Jolie, Dr. Mercola (mercola.com), escreveu:

 

“Alguns dias eu me pergunto se isso tudo é um sonho ruim. Como é que fomos parar nessa loucura? A melhor e mais recente estratégia ‘preventiva’ para as mulheres geneticamente predispostas ao câncer de mama é a amputação, e isso justifica que esse tipo de ‘cirurgia preventiva’, seja coberta pelo seguro de saúde. 

Estou me referindo, é claro, à decisão recente anunciada por Angelina Jolie de se submeter a uma dupla mastectomia como medida profilática. Enquanto ela admite que esta é uma decisão muito pessoal, o impacto para o público pode ser bastante significativo com base em sua influência de celebridade.

A mãe dela morreu de câncer de ovário aos 56 anos e Jolie carrega uma mutação genética hereditária [BRCA1] associada tanto ao câncer de mama quanto ao de ovário. De acordo com Jolie, que revelou sua decisão em um editorial do New York Times: ‘Meus médicos estimaram que eu tinha um risco de 87%  de ter câncer de mama e um risco de 50% de ter câncer de ovário, embora o risco seja diferente para cada mulher.’ 

É quase incompreensível para mim como qualquer pesquisador pode estimar com precisão o risco de câncer futuro com base na genética. A única explicação é uma quase completa ignorância da ciência da epigenética e do poder que todos nós temos de mudar a expressão dos nossos genes. 

Um ponto importante para lembrar às mulheres é que, enquanto as mulheres com mutações no gen BRCA tem um risco de câncer de mama 45% a 65% maior, apenas cerca de 2% dos cânceres de mama diagnosticados são causados ​​por mutações de BRCA. Portanto, esse defeito genético não chega nem de perto a ser a principal causa de câncer de mama. Obviamente, outros fatores não-genéticos desempenham um papel muito mais significativo.”

 

Mike Adams (naturalnews.com) estampou a manchete:

“Angelina Jolie inspira as mulheres a se mutilarem, enquanto promove a perversão médica da dupla mastectomia” e explicou no artigo:

“... milhões de mulheres portadoras do gene BRCA1 nunca chegam a expressar o câncer de mama porque levam estilos de vida saudáveis, anti-câncer, com base em nutrição inteligente, exercício físico e exposição adequada ao sol, além de evitar substâncias cancerígenas.”

 

Sayer Ji (greenmed.com) deu mais informação:

“Apesar da recusa da chamada ‘medicina baseada em evidência’ de reconhecer a evidência genética real, nós já estamos em uma era pós-genoma, há mais de uma década da conclusão do primeiro rascunho do genoma humano em 2000. Naquele momento, o dogma central da biologia molecular - que o nosso DNA controla a expressão de proteínas e, portanto, o risco de doenças - foi refutado. Foram catalogadas cerca de 20.000 instruções genéticas em nosso genoma - nem mesmo o suficiente para dar conta das 100 mil proteínas no corpo humano!

 

Como resultado, agora temos de aceitar que fatores além dos genes, conhecidos como fatores epigenéticos, em grande parte determinados por uma combinação de nutrição, estado psico-espiritual, estilo de vida e meio ambiente, e que se reportam a nossa fisiologia, constituem os fatores que mais determinam qualquer risco de doença, chegando a determinar 95% do risco. Na verdade, até mesmo o trauma psicológico associado ao diagnóstico de câncer pode aumentar a malignidade do mesmo.”

 

Em outras palavras, Angelina Jolie tinha alternativas melhores. As evidências confirmam: pouco importa se você tem ou não tem o “gen do câncer”. O que realmente importa é como você escolhe viver a sua vida: seus pensamentos, atitudes e hábitos. A escolha é sua.

 

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